INCLUSÃO SOCIAL NO BRASIL: O CASO DOS EX-PRESIDIÁRIOS

INCLUSÃO SOCIAL NO BRASIL: O CASO DOS EX-PRESIDIÁRIOS

– André L. Soares – 08.03.2009 –

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‘Inclusão social’ é uma expressão muito em moda, principalmente a partir dos anos noventa, com a expansão das chamadas ‘Organizações Não-Governamentais’ (ONGs),… instituições que, por meio de capital de terceiros (quase sempre dinheiro público), desenvolvem ações de caráter social em áreas específicas, previamente definidas. A inclusão social pressupõe a integração ou reintegração, na sociedade, daqueles que, por razões diversas, encontram-se à margem de um contexto de mínima qualidade de vida.


Mas, de fato, a inclusão social ocorre em nível satisfatório?

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Infelizmente não possuo dados estatísticos sobre quaisquer formas de inclusão social, de modo a poder analisar uma série temporal e saber, por fim, se o volume de dinheiro empregado nessas ações resultou em um número satisfatório de pessoas socialmente incluídas.

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No entanto, pode-se analisar essa questão por outro ângulo. De acordo com o professor Cristóvam Buarque, quando se trata de vidas humanas, se todo dinheiro do mundo for gasto para salvar apenas uma única vida, já terá sido válido. Esse é um extremo do humanitarismo que me agrada. Por isso mesmo, não vou questionar, aqui, a expansão das ONGs nos últimos vinte anos, nem os escândalos envolvendo algumas delas.

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O que questiono é se a inclusão social existe na prática e, ainda, se a sociedade realmente permite a inclusão social. Para isso, tomo como exemplo o caso dos ex-presidiários.

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Uma vez que tenha cumprido a pena – e considerando-se o baixo grau de eficácia do sistema prisional brasileiro em reeducar criminosos –, o ex-presidiário é, para a sociedade livre, uma ‘sinuca-de-bico’: se a sociedade o reintegra imediatamente, corre o risco de ter, dentro de suas casas e/ou empresas, alguém muito suscetível a cometer novos ilícitos; porém, se a sociedade não o reintegra imediatamente, terá a certeza de que esse alguém cometerá novos ilícitos.

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Bem provável que o ex-presidiário seja o mais difícil caso de inclusão social. No entanto, deve ser também o caso que se faz mais urgente e necessário. Para tanto, é preciso que a sociedade entenda que isso só será viável se a reintegração tiver início já no primeiro dia de cumprimento da pena. Do contrário, não adianta esperar que um detento esteja pronto para viver em sociedade apenas porque cumpriu seu tempo atrás das grades, onde havia o mais completo ambiente de violência e injustiça.

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A inclusão social de ex-presidiários passa por pelo menos três medidas básicas: reforma do sistema prisional, que inclua, entre outras coisas, profissionalização dos detentos; reforma do código penal, com inserção de penas mais severas para os reincidentes; incentivos fiscais às empresas que derem emprego a quem já esteve preso.

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Infelizmente, o debate acerca da inclusão social de ex-presidiários tem sido cada vez menor. Resquícios dessa importante discussão estão restritos ao meio acadêmico, onde as teses não alcançam vigor prático. Nas esferas do governo, no entanto, essa polêmica vem sendo tratada em ‘quinto plano’, o que significa dizer que a sociedade continuará, ainda por muitos anos, no mesmo dilema; impedida, por força do medo, de auxiliar a quem tanto precisa de ajuda.

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Essa postagem é parte da blogagem coletiva promovida pela gentil Esther, do blog ‘Esterança’, cujo intuito precípuo seja trazer a debate questões relacionadas à inclusão social no Brasil. Parabenizo especialmente a Esther, por tentar fazer da blogosfera brasileira um espaço útil à discussão amigável dos problemas nacionais. Aos demais participantes, meu mais sincero respeito, bem como meu agradecimento por disponibilizarem seus blogs a essa importante ação coletiva.

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Leia também:

Alma de Poesia /Gritos Verticais /Natureza Poética /O Poema de Cada Dia /Poética Herética /Raiz de Cem /Sons de Sonetos

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  1. #1 por andre em 9 março, 2009 - 2:50 pm

    nao tenho muito a dizer. tem muita gente fora dos presidios que precisa de ajuda. fica dificil. em primeiro lugar os nao criminosos e depois os criminosos. quantas pessoas que roubaram para alimentar a familia/comer estao presas???

    • #2 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:54 am

      sou ex presidiario e sua opinião sobre meu blog seria muito util
      jailbrasil2010.blogspot.com

    • #3 por thaiza em 12 fevereiro, 2013 - 2:25 pm

      concerteza sei o que e isso as pessoas acham pq vc errou uma ou algumas vezes nao tem que ter mais direito de mudar .mas temos sim que ter coragem de trabalhar e fe em deus.

  2. #4 por Kleber Anderson em 9 março, 2009 - 2:51 pm

    Muito bom o texto. Você conseguiu chamar a atenção para alguns pontos bem interessantes. Principalmente o seu destaque para as três medidas básicas para que ocorra a inclusão social com os ex-presidiários. Assino embaixo em cada item. Só assim para termos melhores resultados neste quesito.

    Agora, quanto ao teu questionamento se a inclusão social existe na prática, eu diria que existe. Não é praticada por todas as pessoas. Nem possui a devida divulgação. Mas existem pessoas que ainda acreditam na palavra de um ser humano. Praticando boas ações, não pela visibilidade do ato, mas com sinceridade de coração. Querendo o bem do próximo.

    O debate sobre esta questão é bem fraco mesmo. Muito pela mentalidade de uma parte da população que fica esperando, primeiramente, uma ação do governo. Sabendo que, da forma como o sistema carcerário está, este não tem contribuído com a reestruturação do detento. Pelo contrário na verdade. Como mudar a situação? Levantando discussões como esta. Foi muito oportuno este ato de blogagem coletiva criada pela Ester. Motivou a participação de muita gente para discutir o assunto. Eu também apoio e já criei meu post.

    Abração.

    • #5 por clovis albuquerque em 31 dezembro, 2009 - 6:42 pm

      olha sou extremamente adimirador de pessoas que tem por objetivo sensibilizar a opinião pulblica, para este tipo de assunto, com uma abordagen incontestevel, e de extrema importáncia, tendo em vista que o assunto em tese, tem por objetivo esclarecer a opinião pulblica e os formadores de opiniões., que de tantos projetos esquecisdos nos papeis da chamada governabilidade social, que na opoca de campanhas aparecem com diversas teorias, que por sua vez não sai do papel, felismente esta tendencia viciosa esta mudando, grasas á pessoas com pespectiva com visão focada para as nescessidades de pouca importância para opinião pulblica. Quero parabenizar o projeto dos Governadores de Minas e de São Paulo, que tem como objetivo colocar o ex. presídiario diante da sociedade, como uma pessoa que o direito de recomeçar, a vida com dignidade, colocando-o dentro do mercado de trabalho sem dispesas nenhuma para as empresas que o comtratam, isto é de uma importáncia muito boa e proveitosa.

      • #6 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:44 am

        Sou ex presidiari o preciso de sua opiniãoLeia o meu blog: jailbrasil2010.bolgspot.com
        obrigado e aguardo seu retorno
        se posivel indique para amigos

        • #7 por Mãe q nau desiste. em 30 novembro, 2011 - 3:57 pm

          ola sou mãe de um presidiario, meu filho ainda se encontra preso , e eu tenho tanto medo de quando ele sai de lá nau queiram dar um emprego p/ ele, e ele perder a cabeça denovo. Por favor me ajude, pois sei que ele errou e ja está pagando.

  3. #8 por Chris em 9 março, 2009 - 5:57 pm

    Maravilhosa abordagem, gostei muito, primeira vez lendo dentro dos debatedores, a situação dos ex presidiários, e a dificuldade da inclusão dos mesmos, na sociedade. E quão pouco se fala sobre, se faz sobre e se pensa sobre.
    Existem uma gama de sociólogos, membros do governo que fazem fichinha e apenas ficam nisso, não há uma lei, não há um adendo, não há um programa satisfatório e real, que possa trazê-los para um âmbito que os coloque longe das formas de levá-los ás grades novamente.
    Muitas das vezes, a prisão começa quando eles saem “pra fora”.

    Muito bom aqui,

    Abraços,
    Chris

    • #9 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:46 am

      sou e ex presidiari e gostaria de ter sua opinião sober o meu blog: jailbrasil2010.blogspot.com
      e tbm indique para seus amigos

  4. #10 por Elaine em 9 março, 2009 - 7:10 pm

    Olá!
    Tenho um primo que saiu da cadeia há 8 meses. Ele tem mulher e dois filhos. Já esteve preso antes e nunca conseguiu arrumar emprego de novo. E agora ele tem tentado resistir ao apelo do tráfico mas está difícil, muito mesmo. Parece que os 8 anos preso não foram suficientes para pagar o débito. Parece que nada é. E o Código penal prevê reclusão como medida punitiva e regenerativa. Óbvio que não funciona.
    Seu post é o único até agora que trata do assunto da reinserção do ex-presidiário. O que comprova o que você disse sobre o debate estar muito restrito. Belo post.Boa semana para você.

    • #11 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:52 am

      sou ex presidiario e gostaria de sua opinião sobre o meu blog: jailbrasil2010.blogspot.com
      indique para que seus amigos tambem opinem

  5. #12 por Cris em 9 março, 2009 - 7:56 pm

    André,

    As mudanças no sistema prisional são primordiais para as consequentes, pois não há como garantir emprego sabendo-se da marginalidade empregada dentro dos presidios.

    Esse assunto é polêmico, inclusão social nesse e em outros casos, depende da vontade do governo em mudar completamente a visão ou melhor a cegueira que insistem em manter.

    A príncipio, não teríamos tantos presos se nossa sociedade fosse justa e essa justiça também se encontra nas mãos governamentais.

    A educação e a garantia familiar de muitos que vivem abaixo do nível de pobreza, deveria ser prioridade, para acalmar futuros ânimos a cometer crimes. Mas uma vez o cachorro corre atrás do rabo, não interessa ao governo ter uma população consciente de seus direitos e com capacidade de se manter, como fariam política, se não fossem os desagregados a quem prometem mundos e fundos quando lhes convém?

    Cidadania é uma palavra muito usada e pouco praticada. Não sou adepta do pensamento negativo, mas não consigo ver luz no fim do túnel, quando dependemos do sistema governamental.

    Muita teoria e pouca prática, ilude o mais simples, pois esses, não conhecem a verdade, não foram educados para isso.

    Cris

    • #13 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:47 am

      sou ex presidiario e preciso de sua opinião sobre meu blog: jailbrasil2010.blogspot.com

  6. #14 por Philip em 9 março, 2009 - 8:22 pm

    Muitas vezes pergunto como que simples atos de verdade como foi desempenhado pela Ester, nos faz entrar nesse mundo magico de verdade; esse mundo que ao mesmo tempo falamos de algo serio, encontramos novos amigos, novos conteudos. Isso se chama mudança, isso é incluir na sociedade, mostrando o que somos capaz. E hoje ao ler seu conteudo deparo com varias suspresas como essa, que faz eu parabenizar a vc.. pelo excelente trabalho…

    Continuemos….abraços

    “A gente nao faz amigos, reconhece- os”
    Vinicius de MOrais

  7. #15 por Vidal em 9 março, 2009 - 8:55 pm

    Oi André!
    Interessante a sua contribuição à Blogagem Coletiva. Parabéns.

  8. #16 por Susana em 9 março, 2009 - 9:51 pm

    De facto a questão dos ex- presidiários é ainda complicada…especialmente quando está em causa a recuperação da confiança perdida…
    um abraço, Susana

    • #17 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:56 am

      sou ex presidiario e sua opinião sobre meu blog seria de grande importancia
      jailbrasil2010.blogspot.com

  9. #18 por Rita em 9 março, 2009 - 10:23 pm

    André, a inclusão social existe sim e, eu sou a favor de qualquer programa que possa dar a qualquer pessoa o direito de se tornar um cidadão de bem.
    Mas não creio que ocorra em nível satisfatório, já que os presidios estão sempre lotados e, as ruas e as favelas, estão sempre cheias de jovens que vivem na total ociosidade.
    Não existe políticas públicas de prevenção suficientes que possam garantir que isso vá mudar.
    Portanto essa Inclusão social vai ser sempre uma gota no oceano. Infelizmente!
    Querido,… meus parabéns a você por esse belo texto, por mais essa brilhante participação.
    E também a Esther, pela iniciativa dessa importante blogagem

    Uma linda noite!😉 Beijussssssssssss

    • #19 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:57 am

      sou ex presidiario e sua opinião sobre meu blog seria muito util: jailbrasil2010.blogspot.com

  10. #20 por Darcy Mendes em 9 março, 2009 - 10:29 pm

    Infelizmente a própria justiça ainda é o maior entrave na recuperação de um ex-detento. Participei de um processo desse há algum tempo e senti na pele o fato de que a justiça impediu que essa pessoa, depois de conseguir um trabalho, não pudesse exercer suas atividades, pois a empresa precisava de um atestado de antecendentes criminais. Como é que alguém que acabou de sair da prisão vai conseguir esse documento. O pior de tudo é que o ex-presidiário tem prazo para conseguir um emprego registrado. Agora me digam: como é possível ela exigir tal coisa, se ela mesma atrapalha o processo não fornecendo um documento (eu fui ver se conseguia algo) que possibilite o retorno ao trabalho.
    Resultado: depois de seis meses sem conseguir um emprego decente, o rapaz foi detido por policiais inescrupulosos que plantaram nele uma quantidade de droga para torná-lo um traficante. Fico revoltado com tudo isso, pois conheço o garoto desde criança e sei que ele nunca foi e não é um traficante. Usuário sim. Mas nesse caso a justiça deveria tratá-lo e não prendê-lo como fizeram.
    Inclusão social? Isso não existe, pelo menos no caso dos ex-presidiários, não.

    • #21 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 10:59 am

      sou ex presidiario e tua opinião sobre meu blog sera muito importante:
      jailbrasil2010.blogspot.com

  11. #22 por Ivany em 9 março, 2009 - 10:40 pm

    lindo seu texto, parabens pela bela participação nesta gde idea, a blogagem coletiva.

    abraços

  12. #23 por Andréa em 9 março, 2009 - 10:55 pm

    André, acho que a questão da inclusão de ex-presidiários esbarra na questão da ressocialização que em nosso país é praticamente zero. Com raríssimas exceções como agora em alguns poucos presídios privatizados, onde até acesso a dentista os presos possuem, pagos com o seu próprio trabalho. QQ coisa vc pode ler sobre isso no site da revista Veja. Da maneira que funciona nosso sistema prisional fica difícil falar em “inclusão”. Abraços ! Belo texto !

    • #24 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:01 am

      leia o meu blog: jailbrasil2010.blogspot.com
      sua opinião sera muito importante

  13. #25 por Junior Silva em 10 março, 2009 - 12:26 am

    Olá André

    Sou totalmente a favor de que seja repensado o sistema prisional brasileiro, que não educa e não ressocializa o detento.

    É preciso que ele mantenha a mente ocupada com atividades educacionais e de trabalho. O Brasil poderia se espelhar em muitos exemplos que existem pelo mundo.

    Abraços.

    • #26 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:03 am

      sou ex presidiario e sua opinião sobre meu blog sera muito importante
      jailbrasil2010.blogspot.com

  14. #27 por Cristiane Marino em 10 março, 2009 - 3:41 pm

    Oi André!

    Eu gostei muito do seu texto! E sabe é uma reflexão que sempre que ouço em algum lugar fico pensativa e sinto muita dificuldade, não adianta eu ser hipócrita e te dizer que acho fácil a reinserção social de ex-presidários, eu sinto medo de de repente estar dando chences a alguém que não merece e que pode voltar a cometer atos terríveis, mas aí me pergunto e se nós não dermos as chances não estariamos sendo promotores de novos atos ilícitos dessas pessoas?

    Também estou participando da blogagem.

    Grande beijo
    Cris

    • #28 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:04 am

      sou ex presidiari e sua opinião sobre meu blog sera de muita importancia
      jailbrasil2010.blogspot.com

  15. #29 por Ester em 10 março, 2009 - 10:50 pm

    Olá André!

    Achei pertinente a escolha desse assunto pouco falado,

    concordo com vc quando diz que é provável que o ex-presidiário seja o mais difícil caso de inclusão social,,

    temos muito que caminhar ainda, as dificuldades são imensas, até que se formem consciências e debates sejam transformados em ações efetivas.

    Vejo essa coletiva com olhos de esperança, através do conhecimento, do debate e o compartilhar de experiências podemos ir de encontro as mudanças futuras,

    Que não nos falte a vontade forte de lutarmos contra as resistência de um sistema falido e estagnado,

    caminhar é preciso….!

    Obrigada pela sua colaboração nesse evento!

    abs,

    • #30 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:06 am

      sou ex presidiario e gostaria muito de sua opinião sobre meu blog:
      jailbrasil2010.blogspot.com

  16. #31 por Mirian em 11 março, 2009 - 8:28 pm

    Estou grata por tres coisas, primeiro por voce trazer para a blogagem um tipo de exclusao que é tao esquecida que se nao fosse por voce talvez ate entre nos nao seria mencionada.
    Segundo por sua abordagem objetiva e lucida e por fim por escrever de forma cativante e bem estruturada.
    Parabens por sua excelente contribuiçao.

    Abraços

  17. #32 por gabriel em 14 março, 2009 - 9:06 pm

    Parabéns André,

    estou fazendo um levantado de pesquisa para um trabalho de faculdade sobre reinserção de ex-presidiários na sociedade e posso considerar que seu texto foi de grande valia para as condirações que farei. Ademais, quero citar a criticidade dos comentários que também ajudaram bastante, obrigado.

    Gabriel Bastos

    • #33 por ELIANA em 24 maio, 2010 - 3:23 pm

      Ola Gabril meu nome é Eliana tenho uma subrinha que esta presa nossa familia está sofrendo muito pois nunca lhe damos com esse tipo de coisa sera que teria possibilidade de voce na condição de estudante e desenvolvimento de um trabalho apra sua Faculdade me explicar um pouco mais como funciona esse inclusão dos presidiarios para redução de pena não sei que curso que voce faz mas se puder me ajudar eu agradeço desde já um abraço que Deus te abençoe.

    • #34 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:08 am

      sou ex presidiario e sua opinião sobre meu blog sera de muita importancia:
      jailbrasil2010.blogspot.com

  18. #35 por Luciana de Oliveira em 16 março, 2009 - 5:31 pm

    Por mais que eu acho justo a oportunidade para todos, me pergunto se conseguiria vencer o preconceito de dar uma oportunidade a um ex-presidiário.
    Quando assistimos a filmes, reportagens, eles enfatizam o lado romântico, o lado humanos dessas pessoas. Mas muitas delas cometeram atos contra a sociedade considerados graves. Sei que o modelo do sistema penal não recupera ninguém. Como saber diferenciar o joio do trigo?

    • #36 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:10 am

      sou ex presidiario e gostari de sua opinião sobre meu blo: jailbrasil2010.blogspot.com

  19. #37 por eduardo santos em 18 março, 2009 - 7:06 pm

    Saudações amigas. Fui um dos parceiros da Inclusão Social promovida pela Ester através de um dosmeus blogues, o Sombreiro, e ando em visionamento dos restantes trabalhos. Em relação ao seu trabalho, excelente aproveitamento do tema dos ex-presidiários. É uma franja da exclusão, mas um caso importante quanto à sua reinserção na vida dita normal da sociedade. O problema não se põe apenas no Brasil, em Portugal é idêntico. A Ester está de parabéns, pois conseguiu que houvesse um nível de participação elevado em número, qualidade e diversidade, o que me surpreendeu. Tudo de bom para si amigo e até breve, assim espero.

    • #38 por elda em 4 outubro, 2011 - 10:07 pm

      boa noite ester gostaria de saber de vc cm e o treimanto cm os detentos.

  20. #39 por CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE em 30 abril, 2009 - 1:06 pm

    Concursos públicos para os Egressos.
    Considero que a sociedade tenha, no tocante aos presidiários e egressos, esse desafio a vencer: ter ou não o direito ao concurso publico. Assim sendo percebe-se que as pessoas carregam de fato, uma tradição um tanto negativista, preconceituosa e discriminatória acerca dos egressos (incluindo os legisladores e os aplicadores da lei).
    Esta tradição precisa ser revista e corrigida, se quisermos um recuo na incidência da criminalidade e conseqüentemente da reincidência criminal sociedade não gozara a verdadeira tranqüilidade enquanto não pensa o combate a criminalidade na perspectiva de inclusão dos egresso-recuperados ao mercado de trabalho, através do concurso público. Não adiantará nada a evocação da moralidade pública para tentar impedir o ingresso dos mesmos, enquanto os supostos cidadãos de bem roubam impunemente e, no entanto nada sofrem.
    Paz e tranqüilidade deverão ser frutos de inclusão sócio-laborterápica dos ex-presos, um esforço que deveria ser a prioridade das pessoas na busca por justiça social. Nesse ano,a campanha da fraternidade debruçou-se na relação entre a fraternidade e a segurança publica,reiterando que a paz é fruto da justiça. Como haverá a paz enquanto os egressos são injustiçados no mercado do trabalho? Como teremos uma segurança publica que preste, se ao egresso não é permitido trabalhar honestamente, se não para que volta a delinqüir?(pois é excluído no processo de concurso publico).
    Espero que nesse fórum se saiba aproveitar a oportunidade para discutir acerca desse mal de excluir o egresso no mercado de trabalho, só com base na sua vida pregressa, sem se atentar na possibilidade da sua recuperação. Nesse sentido, os egressos são obrigados a viverem numa situação paradoxal e contraditória de ”presos” embora em ”liberdade’‘, pois não podem considerar-se livres pelo simples fato de terem recebidos um alvará de soltura, enquanto permanecem presos a preconceitos e acorrentados à discriminação social.
    É preciso romper com os entraves escravizante que mantêm os egressos na marginalidade (preconceito, discriminação e impossibilidade de prestação de concursos). A sociedade parece ter esquecido que a reintegração dos egressos no seu seio, é a sua responsabilidade, podendo favorecer a superação da violência na sua origem. (sociedade como fautora da violência). A sociedade promove a criminalidade, à medida que não dá oportunidade para os egressos, deixando de lhes dar chances para reconstrução de suas vidas (através do trabalho digno). Precisamos entender que não basta colocar uma pessoa em liberdade, sem oportunidades para que tal pessoa não venha a cometer novos delitos, devido á falta de perspectivas.
    A sociedade deveria ter a sensibilidade de perceber que: a recidiva criminal denuncia a incompetência do Estado na recuperação dessas pessoas, ao invés de achar que tais pessoas não mudam porque não querem. Digo sem sombra da duvida que, não é só os interesses dos egressos na permanecia no mundo da criminalidade que justifica a sua reincidência nos crimes, mas também por falta de oportunidade para prestarem concursos publico (exigência de apresentação de certidão negativa). Isto implica, portanto, que a sociedade vê-se arrastada para o turbilhão da violência e criminalidade que vemos hoje, onde as leis negativas são representadas nessa proibição. A existência dessa hipocrisia fere a assistência que prevê a lei das execuções penais (lep) no seu art.27, a negar aos egressos, o direito á obtenção de trabalho através do concurso publico. (concursos públicos para os egressos já!!!).

    CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE
    INSTITUTO DE CIÊNCIAS RELIGIOSAS (ICRE).
    CURSO DE BACHARELADO EM TEOLOGIA.

    • #40 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:12 am

      por favor leia e de sua opinião sobre meu blog
      jailbrasil2010.blogspot.com

  21. #41 por CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE em 8 maio, 2009 - 8:50 am

    Você tem horror a prisão e medo de ex-presidiário?
    Estes são sentimentos que Felipe Athayde Lins de Melo, professor de filosofia no Centro Universitário Toledo de Araçatuba e profissional especializado há 10 anos em desenvolvimento social, decididamente não tem. Tanto que trabalha na FUNAP, uma fundação pública do governo paulista considerada modelar no fomento da educação e da profissionalização de presos e egressos. O sistema prisional brasileiro, todo mundo sabe, é uma calamidade, uma vergonha mesmo, mas pode mudar. Muitas organizações, muitas pessoas estão trabalhando com seriedade para isso, uma vez que ele é responsabilidade de todos, por ação ou omissão. Para você conhecer melhor esta realidade e identificar oportunidades de colaborar voluntariamente com presos e ex-presidiários e suas famílias, o Portal do Voluntário entrevistou Felipe Melo* em Araçatuba (SP).
    O que é a FUNAP? É um órgão do governo de São Paulo?
    Felipe Athayde Lins de Melo – A FUNAP – Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” (www.funap.gov.sp.br) – é uma organização pública, instituída há 30 anos e hoje vinculada à Secretaria de Estado da Administração Penitenciária. Seu foco de atuação é a garantia dos direitos de acesso ao trabalho e à educação dos presos e egressos. A fundação é tanto criadora e executora de ações, como também é articuladora de parcerias com outros órgãos públicos, com a iniciativa privada e com o terceiro setor. Além disso, a FUNAP mantém desde 1977 um programa de apoio jurídico à população prisional.
    Funciona? Apresenta resultados?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Com relação aos atendimentos prestados, as contradições do sistema prisional se apresentam. Por um lado, a FUNAP atende em São Paulo mais presos que qualquer outro Estado da federação. Só na área da educação, por exemplo, temos mais de 95 escolas, com cerca de 15 mil alunos. No entanto, estamos falando de um contingente de cerca de 140 mil pessoas presas, o que faz parecer que o atendimento é irrisório. Porém, dois alunos da FUNAP classificaram-se recentemente entre os 10 finalistas do Concurso de Trabalhos e Desenhos “Dia Mundial da Ciência”, coordenado pela UNESCO do Brasil. O tema do concurso foi “Diversidade e Desenvolvimento Sustentável”.
    Existem perspectivas de evolução no sistema penitenciário?
    Felipe Athayde Lins de Melo – É importante entendermos que o sistema prisional nem sempre foi o que é hoje, o que exige pensarmos que não será assim para sempre. No entanto, como diversos outros segmentos da ação social, o sistema prisional é reprodutor de si próprio. Romper com essa característica exige criatividade, participação comunitária e ação política. O que observamos é que onde esses componentes se alinham, as perspectivas de transformação se concretizam.
    O preconceito contra os presos e egressos está diminuindo ou aumentando?
    Felipe Athayde Lins de Melo – O preconceito mostra-se principalmente de duas formas. Primeiro, a imagem popularizada de que preso bom é preso morto. Depois, a idéia de que todo egresso sai do presídio pior do que entrou. Quando iniciamos as atividades em Mirandópolis, chamava atenção a imagem de que os presídios eram ruins para a cidade, embora eles tenham a maior folha de pagamento direta e indireta do município.
    Sistema penitenciário é um nome menos ruim para uma realidade que a maioria finge que não existe?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Há um avanço, infelizmente deteriorado pela lógica do próprio sistema, na passagem de um conceito de sistema carcerário para sistema penitenciário. Este pressupõe a criação de locais mais adequados que os antigos cárceres e cadeias, com pessoal diferenciado para a segurança e para a administração, com gestão pública e civil etc. O fato é que o sistema possui enormes dificuldades de fazer cumprir a Lei de Execução Penal.
    Por isso ele continua perverso?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Uma coisa é sabermos que, por meio da educação e do trabalho, os sentenciados poderão mudar uma realidade que é muito difícil, mas que pode ser transformada. Outra coisa é viabilizarmos formas efetivas de realização da educação e do trabalho como atividades transformadoras no interior de um sistema que sempre privilegia a contenção, a repressão. É preciso estabelecer uma visão de sociedade em que o sistema prisional dos nossos dias possa deixar de existir.
    Qual é o perfil do preso paulista?
    Felipe Athayde Lins de Melo – A maioria é formada por homens entre 18 e 34 anos, com baixa escolaridade e níveis socioculturais e econômicos ruins. Porém, deve-se ressaltar, não há associação direta entre estas características e o crime em si. A associação existe entre o crime e as formas como se opera a Justiça no país. Contribui para este perfil o fato de que muitas formas de violência, como a violência doméstica e a violência contra a mulher, são um tanto quanto invisíveis quando ocorridas nas classes média e alta. Isto colabora para mascarar o fato de que a violência não reconhece classe social.
    O preconceito contra os presos e egressos está diminuindo ou aumentando?
    Felipe Athayde Lins de Melo – O preconceito mostra-se principalmente de duas formas. Primeiro, a imagem popularizada de que preso bom é preso morto. Depois, a idéia de que todo egresso sai do presídio pior do que entrou. Quando iniciamos as atividades em Mirandópolis, chamava atenção a imagem de que os presídios eram ruins para a cidade, embora eles tenham a maior folha de pagamento direta e indireta do município.
    Sistema penitenciário é um nome menos ruim para uma realidade que a maioria finge que não existe?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Há um avanço, infelizmente deteriorado pela lógica do próprio sistema, na passagem de um conceito de sistema carcerário para sistema penitenciário. Este pressupõe a criação de locais mais adequados que os antigos cárceres e cadeias, com pessoal diferenciado para a segurança e para a administração, com gestão pública e civil etc. O fato é que o sistema possui enormes dificuldades de fazer cumprir a Lei de Execução Penal.
    Por isso ele continua perverso?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Uma coisa é sabermos que, por meio da educação e do trabalho, os sentenciados poderão mudar uma realidade que é muito difícil, mas que pode ser transformada. Outra coisa é viabilizarmos formas efetivas de realização da educação e do trabalho como atividades transformadoras no interior de um sistema que sempre privilegia a contenção, a repressão. É preciso estabelecer uma visão de sociedade em que o sistema prisional dos nossos dias possa deixar de existir.
    Qual é o perfil do preso paulista?
    Felipe Athayde Lins de Melo – A maioria é formada por homens entre 18 e 34 anos, com baixa escolaridade e níveis socioculturais e econômicos ruins. Porém, deve-se ressaltar, não há associação direta entre estas características e o crime em si. A associação existe entre o crime e as formas como se opera a Justiça no país. Contribui para este perfil o fato de que muitas formas de violência, como a violência doméstica e a violência contra a mulher, são um tanto quanto invisíveis quando ocorridas nas classes média e alta. Isto colabora para mascarar o fato de que a violência não reconhece classe social.
    Muitos presos então simplesmente não têm acesso à Justiça?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Para a pessoa que está presa, o funcionamento da Justiça é muito complicado. Basta pensarmos que a maioria da população prisional da região de Araçatuba é originária da capital. Araçatuba fica a mais de 600 quilômetros de São Paulo! Esta realidade dificulta enormemente o acompanhamento dos processos pelos presos. Não é por acaso que, contando com apenas 174 advogados, a FUNAP realizou em 2007 mais de 800 mil atendimentos jurídicos para presos sem recursos.
    Em que cidade você mora e trabalha? Em quantas cidades e penitenciárias você atua?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Moro em Araçatuba, sede de uma das oito gerências regionais da FUNAP. Coordeno as ações da Diretoria de Formação, Capacitação e Valorização Humana em 12 unidades prisionais, distribuídas em 9 municípios. A população prisional da minha região gira em torno de 15 mil pessoas.
    Quais são as principais ações e projetos da sua coordenadoria?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Temos um investimento forte no programa de educação. Um grupo de 12 educadores coordena as escolas nas unidades prisionais. Destes, nove estão cursando pós-graduação atualmente, visando aprimorar inclusive as estratégias de interface entre a educação e as outras áreas das unidades prisionais. Nossa principal atividade hoje está no atendimento aos egressos prisionais e aos familiares de presos na cidade de Mirandópolis, onde criamos e implantamos um equipamento público chamado CDRS – Centro de Desenvolvimento e Reintegração Social.
    Equipamento público?
    Felipe Athayde Lins de Melo – É uma organização não-formal, uma iniciativa comunitária. O centro congrega, além da Funap e da Prefeitura Municipal de Mirandópolis, líderes comunitários e as principais associações civis da cidade. O foco do CDRS é pensar e executar políticas públicas de desenvolvimento e reintegração social, sem separar os presídios da comunidade. Todos podem participar das atividades, sejam presos, egressos, familiares ou pessoas da própria comunidade local.
    Está dando certo?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Faz toda a diferença. Quando um jovem freqüenta um curso profissionalizante que tem um preso como instrutor, ele pode levar para casa uma visão diferente sobre o presídio da sua cidade. No CDRS demos início à criação e organização de uma cooperativa de coletores, composta por egressos, familiares de presos e catadores da cidade. É a Global Reciclagem que está indo muito bem. Assim a população local contribui tanto para as questões ambientais de Mirandópolis como para a integração de pessoas que por conta dos presídios vieram para ali.
    Como se deu a consolidação do CDRS?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Fomos conquistando parceiros, a população logo percebeu que podia discutir e interferir nas questões ligadas aos presídios do município. Criamos um Conselho de Gerenciamento que discutiu passo-a-passo o projeto de coleta seletiva, formulou uma lei municipal, obteve apoios externos, etc. Em 2007, a Fundação Banco do Brasil certificou o CDRS como tecnologia social. Agora estamos planejando ações novas. Sempre contamos com a participação de pessoas que, em princípio, não se envolveriam com essa problemática.
    A Funap conta com apoio de pessoas, empresas e organizações governamentais e não-governamentais das cidades?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Quando iniciamos o processo de mobilização das lideranças locais em Mirandópolis, recebemos forte apoio da Prefeitura. Nossa primeira conquista importante foi o Senai de Araçatuba, que aceitou formar um preso para que ele pudesse assumir a função de instrutor de ensino profissionalizante. Meses depois o Lions Clube de Mirandópolis nos procurou e cedeu à Funap um prédio para ampliarmos nossas atividades. Daí nasceu o CDRS.
    É verdade que a maioria das ações voluntárias nas unidades prisionais e com egressos é iniciativa de padres, pastores e outros religiosos?
    Felipe Athayde Lins de Melo – De fato, o envolvimento mais comum está ligado às causas religiosas, por meio de pessoas e organizações que querem salvar almas de criminosos. Mas há também grupos ligados às diferentes religiões que realizam importantes trabalhos de apoio à população prisional. Algumas iniciativas já foram incorporadas ao cotidiano das prisões, especialmente em trabalhos ligados a produções artísticas, em atendimento aos egressos e familiares…
    Muita gente critica o trabalho nos presídios…
    Felipe Athayde Lins de Melo – No caso da região de Araçatuba a questão é simples: temos dezenas de empresas que exploram mão-de-obra prisional, não cumprindo com normas e leis relativas ao salário e às condições de trabalho. Cumprir com esses requisitos já seria um avanço significativo.
    Como a FUNAP trata esta questão?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Há duas formas de contratação estimuladas pela FUNAP: instalação de oficinas nas dependências da Unidade Penal (para presos em regime fechado e semi-aberto) e empresas que disponibilizam postos de trabalho em suas dependências (apenas para regime semi-aberto). Algumas empresas contratam mão-de-obra prisional com possibilidade de efetivação de trabalhadores após a soltura.
    Vivemos Brasil afora alarmados, como refugiados em nossas casas, com a sensação de insegurança aumentando. Não estamos todos acomodados?
    Felipe Athayde Lins de Melo – Não vejo como acomodação, acho que é pior. A insegurança surge entre as pessoas como uma das principais preocupações sociais, no entanto, as respostas procuradas são individualizadas. Esse é um paradoxo dos nossos dias: vivemos uma era de hedonismo individual, ainda que esse modo de vida nos gere inseguranças, medos, frustrações, etc. É desse hedonismo que a organização do crime se favorece: contra uma sociedade individualizada, um crime organizado.
    ============= *Esta entrevista foi realizada por Chico Lins com a colaboração para a de Weliton Cardoso e Joyce Mallet Kassim, respectivamente monitor de Educação e Assessora de Imprensa da FUNAP. ================
    Achei interessante a entrevista e postei aqui para compartlhar com as pessoas,espero que gostem!

  22. #42 por CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE em 13 maio, 2009 - 8:08 am

    COTA EM CONCURSO PUBLICA PARA EX-PRESIDIARIOS (AS) COMO FORMA DE COMBATE Á CRIMILIDADE.

    Começamos com as colocações do Juiz federal do estado do Ceara, Dr. Augustino Lima Chaves sobre o principio da responsabilidade.

    ‘A insistência no principio da responsabilidade em relação aos acusadores parte, também, da necessidade de trabalhar de acordo com a realidade, além de preservar as acusações sérias, conscientes, para que as elas não percam credibilidade’

    Partindo do pressuposto de que a exclusão dos egressos no concurso publico condenam-nos fatal e irremediavelmente á reincidência criminal, assim sendo,saem dos presídios e das penitenciarias sem perspectivas.isso implica a premente necessidade de se denunciar seriamente essa hipocrisia de impedir o ingresso dos egressos no mercado do trabalho. O principio da responsabilidade faz sentido quando aliado com o da co-responsabilidade, onde se deve instituir cotas em concurso publico para os egresso (como forma de combater a criminalidade).

    Importa que a sociedade desenvolva urgentemente ações que ajudem na superação das causas da criminalidade (tais como preconceitos,discriminação e a vedação da participação do concurso publico),fazendo com que ex-presidiarios tenham condições reais de se reintegrarem á sociedade.do ponto de vista política,a pergunta que se apresenta é o seguinte:porque o governo federal não implementa ações de combate a criminalidade,destinando vagas em concurso para ex-presidiarios?.

    Não tem como falar em segurança publica se não falamos em qualificar e empregar o ex-preso, a viabilidade do projeto que visa a criação de cotas em iniciativas privada,bem como em concurso publico.o fenômeno da criminalidade é eternizado,quando se pensa a segurança publica,apenas em contratação de mais policias,aquisições de mais viaturas e construções de mais presídios,sem primeiro ressocializar os presidiários e disponibilizar vagas para os egressos no mercado de trabalho.

    No cenário político, tem sido falado do projeto de contratação de ex-presidiarios como critério de desempate em licitação publica, um projeto do deputado bispo rodovalho que assinalou o objetivo de estimular a ressocialização de ex-delinquentes. Essa proposta visa dar incentivo ficais para as empresas, alem de servir como critério de desempate. Outro projeto semelhante é a destinação de vagas em concurso para ex-presidiarios na cidade várzea grande em Cuiabá,onde o parlamentar marcos boro apresenta um proposta de disponibilizar um percentual de 5% a 10% das vagas para ex-presidiarios.O mesmo entende que egressos têm enfrentado muitas dificuldades na volta para o mercado de trabalho e que tal cota é a forma de inclusão na sociedade.

    Concordamos com essas iniciativas embora muito acanhadas ainda, porem louváveis, pois só assim poderemos atingir o objetivo da campanha da fraternidade-2009, ou seja,

    ‘Suscitar o debate sobre a segurança publica e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança para todos’

    CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE

    INSTITUTO DE CIÊNCIAS RELIGIOSAS (ICRE)

    • #43 por marcos alves entre o susseso e a lama em 6 abril, 2012 - 4:52 pm

      Não so interessante mais nesseçaria, porque quando o preso esta na chamada revolta final. aquela que ja perdeu familia,liberdade,ha tem tambem torturados,violentados,e o sequestrados que avezes chega a envolver a familia de varias formas no mundo do crime onde sai estorçoes estrupos drogas.agora com facção de melicia,pcc.crbc.cvc.politico ruim policia corrupita.população acho q vai ser guerra.

  23. #44 por CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE em 22 maio, 2009 - 8:48 am

    “Antes de propor a solução é muito conveniente conhecer o problema”.
    Lei de Murphy.

    1.1 Presidiários: quem são?

    O homem é um “ser” interpelante e como tal, pergunta quem é. Há realmente a necessidade de indagar quem é o homem, de onde veio e para onde vai. Para tanto, faz-se necessário se conhecer melhor, conhecer o outro e a realidade circundante. O autoconhecimento é de suma importância para que se possa, de fato, fazer uma análise do homem, tendo o conjunto de informações do mesmo e suas implicações quando se encontra alheio às mesmas. O homem como um “animal pensante” tem como incumbência o lema do Templo de Delfos, ou seja, deve conhecer a si mesmo.
    Saber quem somos implica estar a par do que nos aborrece, irrita, motiva, energiza para o bem e nos faz feliz. O saber de si mesmo quer também significar equilibrar-se emocionalmente. Entrementes, isto requer um exercício diário cujo caminho verdadeiro é o entendimento da nossa estrutura psicológica. Se um homem não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável” . É sabendo quem somos e para onde queremos ir, que a “sabedoria” nos ajuda a usar os erros para crescermos e que saberemos, no entanto, que o “cidadão de bem” não é quem nunca cometeu nenhum crime, mas quem após o erro reconhece que é necessário mudar de vida e tenta fazê-lo, demonstra que é um cidadão embora não queiram vê-lo assim. Porém, assumiremos os papéis quando nos conhecermos melhor, sendo suficientemente flexíveis para entendermos nossos erros perante nós mesmos e a sociedade.
    Neste sentido, mesmo as pessoas em privação de liberdade devem se conscientizar de seus erros e estarem dispostas, com o apoio de todos, a retomarem suas utopias que as “grades” não puderam aprisionar. O sonho de serem regeneradas e serem reincluídas novamente na sociedade donde um dia saíram e sonham implementar os seus projetos, sem perda de sentido. Devem reafirmar sua decisão de continuarem lutando para que as ações futuras sejam de acordo com o bem comum, acreditando que essas crenças e valores humanos são realizáveis embora sejam desafiadoras, porém realistas. Isso serve como fonte originária de energia que os impulsionam a conhecer os outros e, por conseqüência, a sociedade que fora vitimada por eles um dia e que também os vitimou.

    “Os presidiários são como galinhas e o poder público como raposa. Quando egressos do sistema, os mesmos tornam-se livres num galinheiro onde se encontra a raposa de poder público” (Coe entrevistado).

    Percebe-se assim que a liberdade dos egressos é igual à galinha no galinheiro junto à raposa, sendo como os mesmos se entendem, em relação a pergunta: De quem eles são?

  24. #45 por CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE em 26 maio, 2009 - 10:44 am

    A rigidez é uma vingança e não justiça

    No mundo hodierno, além dos outros tipos de mecanismos para o combate à criminalidade (sem fazer realmente o que se deve), cogita-se a possibilidade de endurecimento das leis, iludindo e enganando a sociedade, pois acham, equivocadamente, que medidas cada vez mais severas irão acabar com a alta taxa de criminalidade (as estatísticas têm mostrado isso). Um bom exemplo disso é a Lei № 8.072/90 (Lei dos Crimes Hediondos), que previa uma pena mais rígida para seus transgressores. No entanto, se a intenção do legislador era coibir este tipo de crime, na verdade contribuiu para o seu aumento, demonstrando que é preciso reconhecer este exemplo fracassado de endurecimento penal sem considerar as causas que originam este tipo de crime. As penas impostas têm como razão maior a ressocialização do preso e não a sua destruição, como demonstrou a figura jurídica do crime hediondo que, apesar de sua rigidez, só conseguiu aumentar a criminalidade no país.
    Entretanto, as penas deveriam ser moderadas (sendo proporcionais aos delitos), principalmente, fazendo com que o objetivo delas seja atingido. As penas mais rígidas são revoltantes e intoleráveis que, se vistas da perspectiva da humanidade, se revelam a tirania, o excesso, a sede de vingança e a perversa felicidade de destruir ao invés de corrigir. Faz-se necessário que a justiça puna firmemente em vez de se vingar rigidamente. Assim sendo, parafraseando Yart Vouglans, em “As Leis Criminais da França”, dizemos que: é notório pela própria definição da lei que a mesma não tem apenas tendência para defender, mas também de vingar o desprezo de sua autoridade, punindo aqueles que vierem a violar seus dispositivos. Neste aspecto, sabendo que às vezes o legislador faz leis não para o bem estar comum, mas para os interesses particulares das elites. Entre as penas e na maneira de cominá-las em simetria com o crime praticado, veja-se uma tremenda injustiça e vingança que o togado insiste em chamar de “justiça”. Se as penas mais rígidas são justas, então equanimidade é falso; onde a injustiça se torna boa, as leis não passam de crimes contra a verdadeira justiça que todos almejam.
    Reconhecemos a pertinência dessa discussão para que não nos tornemos, jamais, reféns dos legisladores hipócritas e das elites dos meios de comunicação de massa que insinuam o combate à criminalidade apenas com “penas mais rígidas e duras”. Isso comprovadamente corrobora a seguinte afirmação: […] o rigor da lei e sua desproporcionalidade são patentes. O diploma legal com seus critérios abstratos nem sempre apresenta-se como instrumento justo nos casos concretos […] . Sabe-se que a sociedade desenvolve para consigo uma determinada pedagogia normatizadora e, nesse sentido, a Constituição Federal é a lei suprema do Estado brasileiro, definindo e regulamentando toda a organização sócio-política do país. As leis ordinárias, bem como as normas jurídicas, se postam conforme a Constituição. Nesta acepção, nenhuma legislação que não leve em conta o princípio constitucional da não-aplicação de pena cruel, pode endurecer as leis só para trazer a satisfação da elite dominante pretensiosamente intitulada de sociedade com um todo. As penas mais rígidas nesta sociedade capitalista-neoliberal (fautor das desigualdades sociais), que por sua vez engendra a criminalidade, só servirão para oprimir ainda mais os pobres já discriminados e marginalizados. Efetivamente não será exeqüível em nossa sociedade (penas mais rígidas), pois apenas serviria para destruir as pessoas encarceradas, uma vez que não serão ressocializadas na prisão. As penas mais rígidas não são exigidas quando se trata das elites privilegiadas, a não ser para a população menos favorecida, em que perguntamos: Por quê?
    As soluções para a problemática da criminalidade não podem ser penas mais rígidas. Não resolvem, nunca resolveram, tampouco resolverão. Penas mais rígidas por si só nunca poderão resolver a problemática da criminalidade. As autoridades têm que saber que a rigidez sustenta a delinqüência, pois a pessoa é tratada desumanamente com este discurso inoperante, enquanto na prisão urge-se que sejam combinados o sentido de suavização das penas e sistema de regeneração dos encarcerados em conformidade com o espírito da legislação. Quem está comprometido com a verdadeira justiça, não apoia a vingança disfarçada em rigidez penal. A dimensão libertadora da justiça faz uma crítica radical ao sistema opressor que postula penas mais rígidas somente para os pobres criminalizados, sem, no entanto, exigir o mesmo para os criminosos de maior envergadura. Recrudescimento penal é o resumo e o ponto máximo de vingança dessa sociedade injusta que teoriza sobre uma sociedade justa, porém fomenta ódio e preconceito. A rigidez penal sem programas de recuperação dos apenados confirma que a criminalidade não depende em nada do capricho dos “bandidos”, mas da hipocrisia e da vingança da sociedade quando a intenção não é de recuperar os mesmos.
    Temos informações de que nos lugares onde se tentou combater a criminalidade somente com medidas repressivas, nem assim se pôde resolver tal problema. Por exemplo, nos Estados Unidos existem, há muito, penas rigorosas tais como a prisão perpétua e a pena capital, mas, no entanto, a criminalidade continua firme e forte, demonstrando que é uma fraude prometer que a sociedade estaria livre da violência com penas mais rígidas para os bandidos. Percebe-se, outrossim, a atualidade da polêmica acerca da questão da diminuição da maioridade penal, e, geralmente, isto se dá após algum fato infracional do menor. Na maioria das vezes, só quando a criminalidade atinge a classe dominante é que se acaloram essas discussões (mostrando o seu caráter ideológico), pois só pretende salvaguardar o grupo social dominante e não a população como um todo. As penas mais rígidas somente serão medidas engendradas para lograr de forma criminosa o bem estar dessa minoria privilegiada que se passa por “sociedade”. Na realidade, trata-se não da sociedade com um todo, porém uma ínfima parcela dela que detém o poder em todos os sentidos. Quando se fala em mecanismos de punição penal, nota-se que:

    Na essência de todos os sistemas disciplinares, funciona um pequeno mecanismo penal. É beneficiado por uma espécie de privilégio de justiça, com suas leis próprias, seus delitos especificados, suas formas particulares de sanção e suas instâncias de julgamento. As disciplinas estabelecem uma “infrapenalidade”, quadriculam um espaço deixado vazio pelas leis; qualificam e reprimem um conjunto de comportamentos que escapava aos grandes sistemas de castigo por sua relativa indiferença.

    Nessa altura, indagamos: Penas mais rígidas, resolve?

    Tratar de penas mais rígidas não seria um passo interessante no combate ao crime. Lembremos inicialmente que o caráter das penas é a ressocialização do apenado que, após perder sua liberdade, num outro momento deverá retornar ao convívio da sociedade. Terá de conviver com o preconceito imposto aos egressos do sistema penal. Tornar as penas mais rígidas não seria uma forma imposta à sociedade como método de frear a constante elevação dos índices de criminalidade? Penso ser um ato “vingativo e economicamente viável”. Não se pode combater as conseqüências com tais medidas repressivas se suas causas persistirem em ficar incólumes. Deduz, portanto, que a simples imposição de tais penas não é o suficiente para atingir os objetivos que almejamos. Cito, por exemplo, a Lei № 10.826 de 22/12/03, que tornara muito mais rígida a pena concernente aos crimes envolvendo armas de fogo, e o que vemos nestes quase quatro anos é que as incidências de crimes envolvendo armas de fogo só aumentam. E em se tratando da dosimetria da pena, penso já ter atingido seu limite. Temos elencado alguns itens importantes que, se tratados como manda a lei, poderíamos reduzir de forma gradual, porém a longo prazo, mas eficazmente, a criminalidade, tornando desnecessário se repensar no aumento da pena. Dos inúmeros itens, mas de importância relevante, temos: a família, a escola e a igreja. Estamos passando por um processo social em que os valores morais-sociais estão sendo deixados de lado, sobressaindo-se os econômicos, ditando a tudo e todos de uma forma descarada. Enquanto nosso governo insiste na construção de novos cárceres, não atenta para sequer pôr em prática a LEP, que, se cumpri-la tal como está escrita, a população carcerária e seus índices cerceariam de aumentar. (Brito, E. R. S – Entrevistado).
    Sabe-se que teoricamente as penas impostas têm por função reeducar os encarcerados. Isto é feito através de atividades educativas, culturais e profissionalizantes. Contudo, na prática, isso ainda é uma utopia, uma vez que o sistema penitenciário não está realmente interessado em programas sérios de recuperação dos apenados. A legislação prescreve a prisão e a punição dos “criminosos”, ao invés de criar mecanismos adequados para que essas pessoas não sejam apenas punidas de acordo com a lei, mas também que sejam reeducadas, ressocializadas e reincluídas socialmente. Todavia, faz com que as mesmas não tenham esse direito (e ainda quer penas mais rígidas). As leis ordinárias vigentes visam somente arrasarem as pessoas psico-socialmente, tornando-as piores do que quando entraram na prisão. As políticas penitenciárias são inexistentes, haja vista não haver nenhum interesse para que essas pessoas sejam reeducadas e recuperadas. Neste sentido, é legitimada a discriminação dos presidiários e dos egressos pela própria legislação que, salvo melhor juízo, veda a prática da cidadania aos mesmos através das proibições de votar e de prestar concurso público que, ao nosso ver, é um absurdo.
    Há dois princípios que legitimam essas proibições. Em primeiro lugar, jurídico-economicamente, não se quer a aplicação da lei que garante o trabalho para os egressos; assim, não se gastaria com a sua implantação. Em segundo lugar, técnico-disciplinarmente, a prisão só visa a destruição dos encarcerados e não a sua modificação.

    Esse duplo fundamento jurídico-econômico, por um lado, técnico-disciplinar, por outro, fez a prisão aparecer como forma mais imediata e mais civilizada de todas as penas. E foi esse duplo funcionamento que lhe deu imediata solidez. Uma coisa, com efeito, é clara: a prisão não foi primeiro uma privação de liberdade a que se teria dado em seguida uma função técnica de correção; ela foi desde o início uma “detenção legal” encarregada de um suplemento corretivo, ou ainda uma empresa de modificação dos indivíduos […].

    Não é só os interesses dos egressos, na permanência no mundo da criminalidade que justifica a sua reincidência nos crimes, senão a falta de oportunidade para prestarem concursos públicos (exigência de apresentação de Certidão Negativa). Isto implica, portanto, que a sociedade através de seus representantes é arrastada para o turbilhão da violência que vemos hoje, onde as leis negativas são representadas nessas proibições. A Instituição deste tipo de lei proibitiva não ajuda na modificação dos indivíduos, senão na sua recriminação.
    Essas proibições ferem a assistência que prevê a LEP no seu Art. 27, a negar aos egressos, o direito à obtenção de trabalho, que dificultará o apoio para reintegrá-los à vida em liberdade. A retomada do trabalho para os egressos, deve contribuir para a reabilitação dos mesmos, preparando-os para o mercado de trabalho como forma de estabelecer seus direitos humanos, (além da sua cidadania), que devem estar intactas, apesar de suas condições de ex-detentos.

  25. #46 por Angelináááá em 27 junho, 2009 - 1:07 pm

    ñ to entendendu nd, vss poderião usar palavraz mais facieis, ne? pô colaborem, preziso diso pa faser o trabalhu do clgio, ja qui eu soh tiru nota boa, naum posu deichar de fase ne………… rsrs

  26. #47 por aene em 2 julho, 2009 - 2:08 pm

    gostaria de saber vc poderia enviar materiais para o meu email porque este o tema da minha tese

    • #48 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:15 am

      sou ex presidiario e sua opinião sobre meu blog sera de muita importancia
      jailbrasil2010.blogspot.com

  27. #49 por soraya em 20 setembro, 2009 - 6:14 pm

    ola meu irmão saio da cadeia hoje dia 19/09/2009 estou muito feliz por isso só que eu tenho uma preocupação ele precisa trabalhar mas na onde se ninguém emprega exs presidiário ele era dependente quimico mas com a graça de Deus ele esta limpo .no presidio ele fez curso de pintor de casa e de ajudante de pedreiro mas como ele podera usar este curso se não tem emprego peso se alguem souber alguma assistencia que o governo da me informe para que ele tenha um recomeço muito obrigado o testo e o assunto é maravilhoso quem sabe poderemos abri caminhos para ajudar e diminuir a criminalidade

    • #50 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:16 am

      sou ex presidiario e gostari de ter sua opinião sobre meu blog
      jailbrasil2010.blogspot.com

  28. #51 por Sergio Fancelino da Paixao em 28 outubro, 2009 - 10:13 am

    sou ex presidiario, e estou trabalhando pela funap, que tem contrato com o ministerio da saude e, o nosso pagamento esta atrasado e eles quando a gente liga pra la, dizem que nao tem nem previzao de quendo vai sair.
    isso tem nos deixado pau da vida, eles nos contrata e nao paga pelo nosso serviço!
    E as nossas contas? Como eles temos contas tambem.
    se vc que estalendo, isso que estou escrevendo
    e poder fazer algo por nós faça por favor, pois essa lei ai que criaram nao ta valendo de nada.

    • #52 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:18 am

      sou ex presidiario tambem trabalhei para a FUNAP gsotaria de sua opinião sobre meu blog:
      jailbrasil2010.blogspot.com

  29. #53 por Sergio Fancelino da Paixao em 28 outubro, 2009 - 10:13 am

    sou ex presidiario, e estou trabalhando pela funap, que tem contrato com o ministerio da saude e, o nosso pagamento esta atrasado e eles quando a gente liga pra la, dizem que nao tem nem previzao de quendo vai sair.
    isso tem nos deixado pau da vida, eles nos contrata e nao paga pelo nosso serviço!
    E as nossas contas? Como eles temos contas tambem.
    se vc que estalendo, isso que estou escrevendo
    e poder fazer algo por nós faça por favor, pois essa lei ai que criaram nao ta valendo de nada. nos ajude por favor

  30. #54 por Sergio Fancelino da Paixao em 28 outubro, 2009 - 10:14 am

    sou ex presidiario, e estou trabalhando pela funap, que tem contrato com o ministerio da saude e, o nosso pagamento esta atrasado e eles quando a gente liga pra la, dizem que nao tem nem previzao de quendo vai sair.
    isso tem nos deixado pau da vida, eles nos contrata e nao paga pelo nosso serviço!
    E as nossas contas? Como eles temos contas tambem.
    se vc que estalendo, isso que estou escrevendo
    e poder fazer algo por nós faça por favor, pois essa lei ai que criaram nao ta valendo de nada. todos os sevidores estao em greve so nos que estamos tabralhando

  31. #55 por Sergio Fancelino da Paixao em 28 outubro, 2009 - 10:17 am

    tem contrato com o ministerio da saude e, o nosso pagamento esta atrasado e eles quando a gente liga pra la, dizem que nao tem nem previzao de quendo vai sair.
    isso tem nos deixado pau da vida, eles nos contrata e nao paga pelo nosso serviço!
    E as nossas contas? Como eles temos contas tambem.
    se vc que estalendo, isso que estou escrevendo
    e poder fazer algo por nós faça por favor, pois essa lei ai que criaram nao ta valendo de nada. todos os sevidores estao em greve so nos que estamos tabralhando, estamos chei de conta pra pagar

  32. #56 por Claudio Andre Luz em 12 novembro, 2009 - 10:29 pm

    Ola quando eu tinha 22 anos cometi um crime por trafico de drogas foram pego comigo aproximadamente 4 kl do entorpecente, fui julgado e condenado a 3 anos de reclusão, cumpri pena em 2 presidios de segurança maxima, passei pelo CDP depois casa de Custódia de Taubaté, RDD de Avaré e terminei de cumprir minha pena na PI de Tremembé, hoje reconheço o mal que fiz a mim mesmo e o grande culpado por iso ter acontecido comigo foi eu mesmo e quando eu quis mudar de vida mudei hoje esse sou eu, com apenas 45 dias depois que sai de condicional arrumei um emprego fichado hoje tenho 31 anos, pai de uma filha, cabeça e maturidade de um homem de verdade e adulto, trabalho numa industrial multi-nacional sou pintor automotivo a 5 anos, tenho segundo grau, possuo aproximadamente umas 10 formação profissional metade delas feita pelo Senai, e ressentimente tranquei faculdade por motivos pessoais, cursava produção industrial. Hoje não falta outras oportunidades de trabalho pra mim adoro o que faço, o que é dificil pra muitos´, pra mim eu faço acontecer, graças a DEUs acima de tudo, a minha familia e a mim mesmo…meu sonho é um dia poder cursar direito não pra fazer justiça mas pra ampliar meu conhecimentos e poder ajudar pessoas que querem ser ajudadas…agora eu pretendo fazer concurso publico na area de segurança publica…mesmo que eu tente muitas vezes mas não vou desistir…hoje eu tenho meu nome reabilitado, meu antecentende criminal não consta mais nada, quero agora provar mais uma vez do que sou capaz e poder tentar mudar, ou virar a pagina mais uma vez na minha vida…o q me motivou a lhes escreverem foi a propaganda do CNJ incentivando pessoas que passaram o que eu passei a ter uma vida digna e correta, pagando pelo erro e reabilitando-as na sociedade…eu aprendi uma coisa com isso…não provei nada a ninguem e nem a sociedade mas a mim mesmo. Obrigado Deus abençõe todos voces.

    • #57 por Priscila Nascimento em 17 novembro, 2009 - 3:56 pm

      Oi Claudio. Muito boa sua virada de vida e força de vontade. Meu namorado esta preso e não sei como ajudar ele quando sair. Ele quer trabalhar mas por onde começar?

      • #58 por anonimo... em 29 setembro, 2010 - 6:41 pm

        oi! na minha opiniao ele tem ki kerer msm e procura um emprego honesto e um emprego ke ensine algo para ele para ele pode pega uma experienciazinha !!! se ele conseguir ate subir de cargo nesse emprego!! vc pode o-ajuda ensentivando ele e procurando se enturma nas atividades com ele !!blezinha?? tenta vai dar serto!:) by:anonimo…

      • #59 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:21 am

        sou ex presidiario e gostaria da sua opinião sobre meu blog: jailbrasil2110.blogspot.com

    • #60 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:20 am

      sou ex presidiario e gostaria de ter sua opinião do meu blog: jailbrasil2010.blogspot.com

    • #61 por Ísis Cavalcante em 14 setembro, 2011 - 4:07 pm

      Um ótimo levantamento Cláudio. Estou fazendo uma pesquisa sobre a discriminação do ex-cárcere. E amei o seu depoimento, pois simplesmente fugiu da realidade dos pensamentos da gente.
      Parabéns por ter conseguido tudo isso, e sei que pode mais. Este ano, 2011, tentarei também o curso de direito, e peço a você que não desista dessa vontade. Pode tomar até como exemplo o meu pai: ele tem 50 anos e vai terminar o curso de direito dele
      no ano que vem. Nunca é tarde! Enfim, novamente parabéns. Fica com Deus! Boa sorte.

  33. #62 por Elisandra F Lobo em 20 novembro, 2009 - 6:07 pm

    Os ex-presidiários nescessitam de um oportunidade , sei que é dificil mas nos cidadoes precisamos dar essa oportunidade para que eles possam resgatar sua alto-estima sua dignidade e sua cidadania

    • #63 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:22 am

      de sua opinião sobre o meu blog de ex presidiario
      jailbrasil2010.blogspot.com

  34. #64 por chester ricardo correa miguel pereira em 10 março, 2010 - 3:22 pm

    olha primeiro queri dizer que sou ex presidiario e fiquei preso por 8 anos dos meus 18 anos ate meus 28 estive envolvido num presidio fui preso neste tenpo de 10 anos 3 vezez aonde fiquei gardado por 8 anos .comecei tirar cadeia cedo e entao sou descriminado mesmo pela sociedade mais oque quero dizer e que estou pela primeira vez na vida a 4 anos seguido aqui na rua mais isso gracas a mim mesmo pois cansei de ter aquela vida cruel e estou tentando por mim mesmo dar outro final a minha vida .mais assim,desde quando sai a 4 anos escuto falar desta tal de ajuda humanitaria e ex presidiarios mais vendo por mim mesmo isso pode existir no papel somente pois desde quando sai nunca na vida chegou em minha porta um assistente social para ver se eu estava presisando de uma ajuda nunca veio ninguem aqui da comissao de advogados da oab pra ver se eu ja arrumei um servico se meus filhos estao bem se nao estao passando fome ao comtrario neste pais oque vejo mesmo e a robalheira la dos politicos pois ex presidiarios para eles so servem mesmo pra se promover em epocas eleitorais .olha eu por mim mesmo peguei um terreno aqui do lado de minha casa e estou trabalhando montei um negicinho de compras e vendas de reciclagens ja estou aqui a 3.6e eseis meses meus pai e minha mae catam reciclagens na rua e eu e minha irma separamos aqui no terreno ai coloquei uma balanca aqui e compro tanbem mais meus recursos sao poucos poissou um ex presidiario e ainda por cima tenho meu nome sujo e nao consigo nem um enprestimo para anpliar meu negocio ate mesmo o terreno ele tem domo e quando o dono vier tenho que abandonar meu unico meu de vida ai eu pergunto cade a oportunidade para os ex presidiarios cade um assistente social aqui em minha casa para ver noque pode me ajudar ja encaminhei email ao presidente a primeira dama e nem resposta obtive entao me pergunto sera que deste geito conseguiremos fazer nosso pais nudar sera que conseguiremos reintegrar alguem a essa sociedade racista tai o meu repudio a esse pais que nao nos da uma oportunidade de viver

    • #65 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:23 am

      tbm sou ex presidiari e gostaria de ter sua opinião sobre meu blog

      jailbrasil2010.blogspot.com

  35. #66 por genilson em 16 agosto, 2010 - 2:08 pm

    Sou téc em segurança do trabalho e entrei na PM mas em 2005 a caminho do trabalho numa operação foi encontrado uma pequena quantidade de drogas no meu veículo, disse que não era minha e dava muitas caronas quando saia tarde do trabalho, que não fumava cigarro e não fazia uso de qualquer substância tóxica. Fui preso em flagrante e liberado após um mês. A justiça comum acreditou em mim pois meu comportamento era exemplar dentro e fora da PM mas a acorporação me excluiu. Após três anos, não consigo trabalho desesperado sem amigos,com quatro filhos pra cuidar e individado todo dia penso em morrer antes que eu seja notícia de jornal pelo amor de Deus:
    EX PM e técnico em segurança do trabalho pede ajuda

    N.iguaçu RJ Genilson 87804847

    • #67 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:25 am

      lei meu blog de ex presidiario e de sua opinião

      jailbrasil2010.blogspot.com

  36. #68 por rosa em 26 agosto, 2010 - 2:24 pm

    Estou fazendo meu tcc sobre inclusão social de ex-presidiarios gostaria de receber tuddo sobre tal assunto, ficarei grata

    • #69 por jail brasil em 10 outubro, 2010 - 11:49 am

      me de sua opinião sobre meu blod de ex presidiario
      e tbm se precisar de alguma informação para o seu tcc estou a disposição

      jailbrasil2010.blogspot.com

  37. #70 por rosa em 26 agosto, 2010 - 2:25 pm

    Gostaria de saber mais sobre o assunto, pois estou trabalhando com esse tema minha tcc e gostaria muito de receber todo tipo de informação.

  38. #71 por rosa em 26 agosto, 2010 - 2:26 pm

    j

  39. #72 por josé em 31 agosto, 2010 - 8:57 pm

    Posso falar com autoridade deste assunto pois cumpri 5 anos e 4 meses de prisão e estou reconstruindo minha vida com dignidade.

    Trabalho de 8 a 12 horas por dia e estou com muitas perspectivas na minha profissão.

    Já fui homenageado em duas empresas que presto serviços e já voumontar meu próprio escritório.

    Não tem segredo para quem realmente quer mudar de vida.Aliás está aí o segredo:REALMANTE QUERER.

    • #73 por luciane em 12 junho, 2012 - 12:53 pm

      Não é bem assim não você teve sorte é raro as pessoas ter oportunidades igual a você parabens! para mim esta sendo muito dificil ate mesmo para regressar na universidade

  40. #74 por Pedro em 20 maio, 2011 - 2:15 am

    Olá!

    Acho fundamental a recepção de ex-presidiários pela sociedade. Errou, pagou e merece ao menos um voto de confiança. Por isso pergunto:

    Como posso participar de programas de oferta de emprego para ex-presidiári@s? Como contratar um, em resumo?

  41. #75 por Nessa em 23 maio, 2011 - 12:44 pm

    Olá,

    Adorei o seu texto!
    Estou a procura de assuntos que possam servir para complementar um artigo da faculdade. E adorei o seu ponto de vista e como vce mencionou.
    Acredito que as prisões que deveriam iniciar o processo de socialização desse preso, capacitação entre outros, não estão servindo. E isso é notório. As prisões oferecem péssima estruturas e isso pode acrretar em um sentimento de vigança ou piorar o jeito em que essa pessoa chegou a esse lugar.

    • #76 por Alexandre em 3 julho, 2011 - 1:24 am

      bom , meu email é alexf.grande@hotmail.com caso queira saber alguma coisa entre em contato hoje fiquei muito feliz com materia no Luciano Huck, mas é muito raro mesmo

  42. #77 por Alexandre em 3 julho, 2011 - 1:22 am

    Poxa durante muito tempo tentei procurar empregos arranjei alguns fazem 5 anos que eu sai desde que consegui sair de condicional, porem a reintegração é muito dificil e dolorosa,pois consegui empregos e assim que descobrem acabam ou arranjando uma forma de dispensar ou mesmo passo em todas as etapas de seleção e sei que de uma forma ou outra é por isso que nunca consigo algo melhor acabando sempre em frustração, muitas vezes pensei em voltar , mas lembro da minha familia e repenso e sigo em frente

    • #78 por OSVALDO OLIVEIRA em 29 setembro, 2011 - 12:31 pm

      Alexandre vc poderá fazê-lo a Reabilitação
      Criminal e Social, ela tem a finalidade de limpar
      a folha de antecedentes criminais.
      A Reabilitação vc poderar solicitar na Comarca
      Crininal onde vc cumprio a pena, esta solicitação
      poder ser solicitada após 2 anos de suspenção da
      pena ou cumprimento da mesma, conforme art. 94 do CP.
      Bel Osvaldo

  43. #79 por OSVALDO OLIVEIRA em 29 setembro, 2011 - 12:20 pm

    Porque um ex-apenado não pode realisar
    concurso publico, após ser beneficiado pelo Indul-
    pleno e realizado a Reabilitação, e votar e obriga-
    tório.
    Bel Osvaldo

  44. #80 por CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE em 1 dezembro, 2011 - 8:49 am

    Bom dia Bel.Osvaldo,meu nome é Cornelius,sou ex-presidiário e havia feito um texto criticando a não-disponibilidade de oportunidade de trabalho para ex-presidiários através do concurso público.Pelo o que entendi do seu texto,após a reabilitação,um ex-presidiário pode prester um concurso público?.Eu gostaria que o sr esclarecesse isso para que podemos nos situar enquanto ex-presidiários,desejosos de lograr a nossa verdadeira reinserção social.Pelo o que sempre soube,mesmo assim,os editais sempre deixam claros que não se adimite quem já passou por uma situação de privação da liberdade,não importa se a pessoa já pagou o que devia ou não.Em outras palavras,a pessoa é automaticamente eliminada e quando se fala em empresas privadas a situação torna-se mais problemática ainda pois se o próprio Governo não quer o egresso no serviço público,muito menos o quer a iniciativa privada.No meu caso específico,com a Graça de Deus,estou reincluído já no mercado de trabalho após ter cumprido a reprimenda a mim imposta mas quero que isso seja extendido aos outros que precisam,aqueles que querem.A sociedade tem por obrigação de reincluir essas pesoas para o seu próprio bem,senão a tendência continuará sendo essa grande incidência da criminalidade que vemos no país.É preciso de colaboração de todos para que pudessemos ter uma sociedade menos violenta e isso perpassa a inclusão social dos ex-presidiários através de trabalho formal,concurso público e a educação.A minha vida foi mudada através da educação,completei o ensino fundamental,médio e parte do ensino superior enquanto cumpria a minha pena e hoje em liberdade há três anos,trabalho formalmente na secretaria da justiça e cidadania do Estado do Ceará,sou Teólogo e faço a especialização em segurança pública.Tudo isso mostra que quando há colaboração,as coisas tendem a mudar para melhor.Eu acredito!!!

  45. #81 por anonimo em 9 dezembro, 2011 - 12:57 am

    ola amigos sou ex presidiário.
    Falo falo como experiencia própria.
    Não tenho nenhuma formação académica .
    Somente o ginásio completo.
    Sai com muito medo do sistema carcerário .
    Sabendo da dificuldade de entrar na sociedade através do mercado de trabalho.
    Evista que sou de uma família simples sem recursos algum financeiro.
    Enfim que me deu força foi a minha esposa que se encontra gravida.
    O sistema infelizmente joga novamente o presidiário no crime .
    Por falta de reintegração a vida social.
    Falo por conta própria pois o mercado esta fechado para ex detento.
    Restando somente ,para os menos despreparados psicologicamentes .
    Voltar a fazer um pequeno adianto de dia a dia .Para comer e pagar as contas ,pais de famílias desesperados sem rumo.
    Hoje estou no ramo mo veleiro.
    Moveis de alta decoração .
    trabalho com pessoas da classe AA .
    Ma ainda continuo assinando o meu artigo.
    Morando em subúrbio batalhando para minha casa própria .
    Como e o sonho dos menos favorecidos.
    Enfin esto aqui anda lutando a 5 anos .
    Centato as 01:50 da manha de sexta feira de 2011 deichando esta mensagen.
    Estou a nadar contra mare e nao vou em impotese alguma desistir tenhao força voces nao estao sozinhos.
    jediael 11-7353-1707

  46. #82 por jose morais em 20 fevereiro, 2012 - 10:26 pm

    tive problemas com a justiça em 1982 ,ja trabalhei com presidente lula e outros politicos ,estou preste a se aposentar , ja perdi grandes oportunidades mas estou sempre na ativa pois consigo atestado de antecedente normalmente depois de muita luta com DEUS sempre a frente sem pagar advogados…

    • #83 por luciane em 12 junho, 2012 - 12:46 pm

      como voce consegue atesdados

  47. #84 por odaisa em 17 março, 2012 - 8:46 am

    olá eu estou namorando um expresidiario eu amo ele tenho 16 anos e ele foi preso e ,eu gosto muito dele por ele nunca mim tratou mau e el é humilde igual eu ele tinha a pena dele iai sai pra ver a familia e nao voltou entao policia pegou ele de novo e levou iai ele falou que que sai dese lugar e eu vou ajuda ele por que eu gosto muito dele eu amo e vou espera ele até o fim das nossas vidas,

  48. #85 por odaisa em 17 março, 2012 - 8:52 am

    olha gente nao é todos que faz o mal pra ninguém quando eles cometem um crime eles se arrepende pelo oque fez, olha minha é contra meu namoro com ele ela nao deixa entendeu e eu tenho 16 anos e quero fica com ele mesmo com ele preso se minha for denúcia ele por isso vai comprica ele. por favor gente mim ajudem ele tem 27 anos e eu tenho 16 anos!!!!!!!!!!

  49. #86 por luciane marcolino alves em 12 junho, 2012 - 12:44 pm

    sou uma universitaria , ex detenta, art.35 , o que mata no Brasil é o preconceito e a injustiça nem todo mundo que esta preso são pessoas más são seres humanos, dotados de capacidade de trabalhar e estudar a maioria pobres que não tiveram outra opção na vida, no estado de minas gerais a lei é muito dura e conservadora, foi condenada a 8 anos de prisão sem fragrante delito ou materialidade delitiva, por uma unica denuncia de um ex que mandou uma pessoa mentir aue 1 vez eu transportei droga sem nenhuma defesa, meu advogado perdeu o prazo de minha defesa previa e pelo corporativismo dos juizes fui para uma prissão e so consegui a diminuiçao da pena a 1 ano e 8 meses graças a uma revisão, e vou entrar com outra para provar a minha inocencia só Deus sabe o quanto eu sofri naquele lugar e aprendi muito la, perdi tudo que eu tinha para pagar advogados que só me enganaram paguei um preço muito alto e ainda estou pagando por um crime que eu não cometi, e o preconceito é muito grande faz um mes que sai de lá vou pagar serviço comunitario, não consigo emprego em nenhum lugar, a sociedade fecha todas as portas, vou ter que mudar de faculdade pelo preconceito, e nem sei se vou conseguir arcar com as despesas e concluir meu curso, gostaria de ajuda se alguem puder me indicar como eu faço para tentar conseguir uma bolsa para concluir meus estudos e retomar minha vida quero ser uma pagina em branco, obrigado pelo desabafo! lu
    damemargotfonteyn@bol.com.br

  50. #87 por adao alves do nascimento em 9 março, 2013 - 11:19 am

    o que sepode espera de um pais ode o sidadao ero uma ves ecerto porfalta de enfomaçao e acabol sendo preso paga a sua pena e nuncamais pode a ruma um emprego decente como que eles osnonsos politicos prinsipalmenti o presidenti que acabar com ocrimi si elis nao dao chansi nei oportunidade de emprego os pulliticos robam namaior caradepal asveses val preso por ums viti dias e volta para a sociedade asosiedade idiota e atrasada aseita nuaboa mais sie um ifelis que nao tei ode cairmoto açociedade idiota e atrasada acha que o mesmo deve o fica porresto da suavida preso o desempregado o deveria sermorto agora voce midis como pode aver evoluçao nu pais com tantas peçoas tao atrasadas

  51. #88 por alexandrerenan em 28 junho, 2013 - 11:03 am

    Sou ex presidiario o governo promete emprego quando agente sai mais e mentira ele nao da e sabe porque o governo nao dando emprego oque o preso ira fazer para se alimentar e cuidar da familia e pagar as contas ele vai voltar a roubar mais para o governo e bom poerque para o governo e bom ai começa uma grande corrupiçao com o dinheiro do trabalhador o governo fala que cada preso gasta por mes 2500 reais por mes mais na verdade e gasto no maximo cada preso 300 reais e na onde vai parar o restante do dinheiro no bolço do politico sem contar que chega na prisao alimentaçao da melhor qualidade mais a maioria dos diretores dos presidios sao tambem corrupitos a boa parte da melhor alimentaçao e desviada para grandes comercio e oque acontece o diretor compra alimentaçao de terceira qualidade p os presos entao nao tendo emprego o cara rouba e volta p a prisao e assim o governo rouba mais e quanto mais retorno de presos mais roubo com o seu dinheiro trabalhador que paga seus enpostos eai quem e mais ladrao ?

  52. #89 por ROGERIO PEREIRA MARIA em 5 junho, 2014 - 12:44 pm

    ” IPOCRESIA “, por parte do governo e da justiça, sou ex-presidiario e ja passei por varias discriminaçoes, a justiça mesmo ja nos trata com discriminaçao desde que nos ja pagamos a nossa pena por que entao nao tira nossos nomes da fixa criminal, por exemplo eu cumpri meus anos de reclusao, só que quando arrumei um emprego de motorista a seguradora puxou tdo sobre mim e constou que ja estive preso ai ja viu né, a transportadora me dispensou, entao eu falo novamente a propria justiça nos descrimina e ainda deixa com terceiros tenham acesso para tambem nos discriminar

  53. #90 por luana em 28 janeiro, 2015 - 1:49 pm

    oi eu nao sou contra a ex prezidiario, pois na vida todo mundo erra ninguem sabe o dia de amanha, quem nunca errou q atire a primeira pedra

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